A CANETA
A caneta e o seu desenho
a sua clara vida
o seu claro engenho
A caneta e a sua cor
a sua vida de espinho
a sua vida de flor
E por fim a caneta
e o seu desuso.
O seu túmulo de gaveta
O RELÓGIO
O relógio trabalha
mas no fim do mês
não ganha nada.
A não ser poeira
de vento e
pingo de água.
E um dia de súbito
o esquecimento do pulso
na morte calada
Sérvio Lima
serviosblog
sábado, 21 de agosto de 2010
OUTROS POEMAS
O POEMA
O poema é
dor
saltando
aos gritos
é sangue jorrando
num tiro
Mas também é
luz pro escuro
é espada pra
derrubar muro
é flor
fogo de toda cor
Sérvio Lima
O poema é
dor
saltando
aos gritos
é sangue jorrando
num tiro
Mas também é
luz pro escuro
é espada pra
derrubar muro
é flor
fogo de toda cor
Sérvio Lima
outros poemas
O POEMA
O poema
é pássaro de ouro
voando em alto voo
É diamante
multicor
de terra encantada
E cânticos
hipnotizadores
de sereias
Sérvio Lima
O poema
é pássaro de ouro
voando em alto voo
É diamante
multicor
de terra encantada
E cânticos
hipnotizadores
de sereias
Sérvio Lima
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
POESIA
DE MIM E DE CAMÕES
O que Camões versou
eu verso.
E o que Camões não versará
eu completo.
NO MEU CANTO
Sozinho no meu canto
eu faço o verso que planto
na pá gina branca´´não´´
mais branca.
Sozinho no meu canto
eu me arquivo
e me apago.
Sérvio Lima
O que Camões versou
eu verso.
E o que Camões não versará
eu completo.
NO MEU CANTO
Sozinho no meu canto
eu faço o verso que planto
na pá gina branca´´não´´
mais branca.
Sozinho no meu canto
eu me arquivo
e me apago.
Sérvio Lima
POESIA
POÉTICA
Gosto de escrever
palavras que caibam
tanto dentro do vento
como dentro
do mar.
Palavras que caibam tanto
no voo
do pássaro como nele mesmo.
Palavras que caibam tanto
numa
lince feroz e rápida
como num caracol
que vai tranquilo
e feliz ao sol
em seu andar devagar.
Gosto e escrevo palavras
de todo tipo poéticas.
Palavras de todo verão
e todo inverno
de todo outono
e de toda primavera.
Gosto de escrever palavras
que caibam
em todo lugar.
Palavras do hoje,
do amanhã e do sempre.
Sérvio Lima
Gosto de escrever
palavras que caibam
tanto dentro do vento
como dentro
do mar.
Palavras que caibam tanto
no voo
do pássaro como nele mesmo.
Palavras que caibam tanto
numa
lince feroz e rápida
como num caracol
que vai tranquilo
e feliz ao sol
em seu andar devagar.
Gosto e escrevo palavras
de todo tipo poéticas.
Palavras de todo verão
e todo inverno
de todo outono
e de toda primavera.
Gosto de escrever palavras
que caibam
em todo lugar.
Palavras do hoje,
do amanhã e do sempre.
Sérvio Lima
POESIA
DEBAIXO DO TAPUME
Debaixo do tapume
a poeira e a tarde
ainda não
concluída.
NA POLPA DO VERSO
Na polpa do verso
o voo do pássaro
amarelo.
DO LODO
Do lodo mais fundo
ainda pode-se tirar
o melhor
caranguejo.
POEMA DA BORBOLETA AMARELA
A borboleta amarela
não pousou no
vidro liso da janela,
no vidro limpo da janela.
Mas no nome
escrito nela.
POEMA DA BORBOLETA AMARELA 2
Pousada em um poema
aborboleta amarela
também diz que é escrita
também diz que é poeta
também diz que é
minha vida.
Sérvio Lima
Debaixo do tapume
a poeira e a tarde
ainda não
concluída.
NA POLPA DO VERSO
Na polpa do verso
o voo do pássaro
amarelo.
DO LODO
Do lodo mais fundo
ainda pode-se tirar
o melhor
caranguejo.
POEMA DA BORBOLETA AMARELA
A borboleta amarela
não pousou no
vidro liso da janela,
no vidro limpo da janela.
Mas no nome
escrito nela.
POEMA DA BORBOLETA AMARELA 2
Pousada em um poema
aborboleta amarela
também diz que é escrita
também diz que é poeta
também diz que é
minha vida.
Sérvio Lima
POESIA
O AMADURECIMENTO ANDANTE DO POETA
O poeta está sempre amadurendo com o tempo
enquanto vivo.
Amadurece e envelhece. Amadurece e enriquece.
Amdurece e dessa forma
não apodrece.
Sérvio Lima
O poeta está sempre amadurendo com o tempo
enquanto vivo.
Amadurece e envelhece. Amadurece e enriquece.
Amdurece e dessa forma
não apodrece.
Sérvio Lima
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