A CANETA
A caneta e o seu desenho
a sua clara vida
o seu claro engenho
A caneta e a sua cor
a sua vida de espinho
a sua vida de flor
E por fim a caneta
e o seu desuso.
O seu túmulo de gaveta
O RELÓGIO
O relógio trabalha
mas no fim do mês
não ganha nada.
A não ser poeira
de vento e
pingo de água.
E um dia de súbito
o esquecimento do pulso
na morte calada
Sérvio Lima
Hey Sérvio, tanto a caneta, quanto o relógio em teu pulso e olhar caem do desuso e viram seres universais, viram lindos poemas.
ResponderExcluirUm beijo e parabéns!!!
Carmen Silvia Presotto
Concordo com a Carmen , Sérvio.
ResponderExcluirTudo lindo !
BjO ...