PEQUENA BIOGRAFIA DO POETA MANUEL BANDEIRA
Manuel Cerneiro de Sousa Bandeira Filho (Recife, 19 de Abril de 1886- Rio de Janeiro, 13 de Outubro de 1968). Foi um poeta, Crítico literarário e de Arte, professor de literatura e tradutor brasileiro.
Considera-se que Bandeira faça parte da geração de 22 da literatura moderna brasileira sendo o seu poema OS SAPOS o abre - alas da Semana de Arte Moderna de 22.
Juntamente com escritos como João Cabral de Melo Neto, Paulo Freire, Gilberto Freire,
Nélson Rodrigues, Carlos Pena Filho, e José Condé, representa a produção literária do
estado de Pernambuco.
OBRAS DO AUTOR
A Cinza das Horas de 1917,
Carnaval de 1919,
O Ritmo Dissoluto de 1924,
Libertinagem de 1930,
Estrela da Manhã de 1936,
Lira dos Cinquenta Anos de 1940,
Belo Belo de 1948,
Mafuá do Malungo de 1948,
Opus 10 de 1952,
Estrela da Tarde de 1960,
Estrela da Vida Inteira de 1966,
O Bicho de 1947.
PROSA
Crônica da Província do Brasil - Rio de Janeiro de 1936,
Guia de Ouro Preto - Rio de Janeiro de 1938,
Noções de História das Literaturas - Rio de Janeiro de 1940,
e tantos outras prosas.
Bendeira possui um estilo simples e direto. Bandeira foi o mais lírico dos poetas.
Aborda temáticas cotidianas e universais ás vezes com uma abordagem de
poema-piada.
E agora vou deixar a minha Homenagem ao grande poeta Manuel Bandeira
em forma de poema
O BECO
Á Manuel Bandeira
O Beco
meu irmão
poeta
é tua cidade
e teu país
é teus amigos
e tuas flores
é tua poesia
e teus amores
é tua vida
límpida e pura.
O Beco
meu irmão
poeta
é tu alegre
e eterno
em multiplas
aventuras.
RELATO Á BANDEIRA
Bandeira
enquanto eu
for essa alma
que se move
em carne
sangue
e ossos
enquanto eu
for essa alma
que pulsa
como eu pulso
e que arde
como eu ardo
e que chora
e que ri
e que senti dor
e que ama
como eu amo
a tua estrela
em mim
não apagará
e nenhuma
nuvem cinzenta
conseguirá
embaçar em mim
a essência
que te infinita.
Não.
Não enquanto eu
for essa alma
que respira
ar e poesia.
Sérvio Lima
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